terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

17 de fevereiro, dia mundial do gato

A todos os gatinhos que fazem parte da minha vida, aos que já fizeram e também aos que nunca chegarei a conhecer... Minha gratidão por todos vocês existirem! ❤️
Clara Rosa, Elvis Presley, Ana Francisca, Trombadinha, Eva Maria, Laurinha, Faniquita, Anabella, Fumaça (Papai), Mingau, Francisco, Fanny, Preciosa, Tomás, Batata, Mimosa, Claire, Corona, Thyara, Chuvinha (meu galã), Farofa e todos mais que não citei aqui e que me fizeram sentir todo amor que um gatinho pode oferecer.. ❤️ Obrigada!!!

Fonte da imagem

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Os piratas da Malásia (Emilio Salgari)

Os piratas da Malásia (Emilio Salgari)
Coleção Grandes Aventuras
Ano de lançamento: 1980
Editora Abril
187 páginas

Fonte: Skoob
"O "Young India" naufraga próximo às costas da Ilha de Mompracem, na Malásia. É ali o refúgio dos piratas da Malásia, e do maior de todos eles, Sandokan, o Tigre da Malásia. Antes de afundar, porém, o navio é atacado pelos terríveis piratas. Da tripulação e passageiros só dois se salvam, Kammamuri, um indiano, e uma jovem louca "A Virgem do Pagode do Oriente". É assim que começa uma série de aventuras, onde os personagens centrais são Sandokan, Yánez, braço direito do Tigre da Malásia, e o temível grupo de piratas com seus "prahos" (embarcações tipicamente malaias). São aventuras emocionantes onde a luta é uma constante, e onde se destaca Sandokan, um pirata de coração generoso que procura combater a injustiça nos mares e em terras fabulosas, cheias de emboscadas e mistérios."

Fonte da imagem
Sempre gostei dessas histórias de aventuras, mas nunca tive a oportunidade de lê-las, então quase infartei quando vi alguns exemplares dessa coleção na biblioteca da Universidade. Me programei para levar pelo menos dois deles para casa para ler nas férias e assim o fiz, peguei este sobre o qual falarei neste post e "A ilha misteriosa" de Julio Verne, que será assunto para um post futuro.
Me interessei pelas aventuras de piratas depois de "ouvir" as histórias fantásticas de uma linda criaturinha :-) e estou cada vez mais fascinada com esse mundo. Este livro em especial faz parte de uma série chamada "Os piratas da Malásia" cujo protagonista, o pirata Sandokan, mais conhecido como "o Tigre da Malásia", tem a ajuda do seu fiel amigo português Yánez para combater a tirania britânica enfrentada pelas colônias, pois Sandokan era um príncipe do Bornéu que foi destituído de seu trono pelo Império Britânico e desde então une forças com outros homens para juntos enfrentarem seus algozes em batalhas travadas na terra ou no mar. Pirata destemido, forte e ao mesmo tempo justo, Sandokan resulta por ser um personagem cativante para quem se aventura a ler esta obra.
Neste livro, o protagonista, além do apoio de Yánez, conta com a colaboração do indiano Kammamuri e as aventuras não cessam, uma após outra vão deixando o leitor com vontade de devorar as páginas.
Após o naufrágio do "Young India", que é atacado pelos piratas da Malásia, passamos a vivenciar o drama de Kammamuri e de Ada Corishant que desejam salvar um prisioneiro que está em poder da coroa britânica. Por esse e outros motivos Sandokan decide ajudá-los e partem nessa aventura junto aos corsários mais temidos da costa asiática.
A história é boa, bem escrita, emocionante e mistura tudo o que qualquer leitor gosta, desde aventura, passando pelas intrigas e mistérios e até um pouco de romance. Não é à toa que as obras escritas por Emilio Salgari fizeram tanto sucesso, sendo ele considerado o Julio Verne italiano e hoje é um dos 40 autores mais traduzidos da Itália.
A saga de Sandokan virou série que foi ao ar em 1976 pela RAI na Itália e o pirata foi interpretado pelo ator Kabir Bedi, que estrelou mais dois outros filmes: O retorno de Sandokan (1996) e o filho de Sandokan (1998). O ator também deu vida a Emilio Di Roccanera, o corsário negro, em 1976 e a Kammamuri na minissérie "Os mistérios da selva negra", que foi ao ar em 1991; ambas obras de Emilio Salgari.

Fonte da imagem
"Os piratas da Malásia" é uma leitura fácil e gostosa e para quem se interessar pela série, segue abaixo a lista dos títulos:

1. Os mistérios da selva negra (1895) - Aventuras de Tremal-Naik e seu servo indiano Kammamuri;
2. Os Tigres da Malásia (1896) - Também conhecido como 'Os Tigres de Mompracem';
3. Sandokan, o Tigre da Malásia (1900) - Também conhecido como 'Os piratas da Malásia';
4. Os dois tigres  (1904) - Também conhecido como 'Os dois rivais' ;
5. O rei do mar (1906);
6. A conquista de um império (1907);
7. A vingança de Sandokan (1907);
8. A reconquista de Mompracem (1908);
9. O falso Brahman (1911);
10. A queda de um império (1911);
11. A vingança de Yánez (1913).

As informações acerca da série são muito contraditórias, pois os livros eram escritos e suas narrativas se cruzavam com as narrativas de heróis de outras obras do autor. No caso dos piratas da Malásia, a série começa relatando as aventuras de dois indianos, Tremal-Naik e Kammamuri, contra os "thugs", adoradores da deusa 'Kali'. Essa história será entrelaçada com a história de Sandokan e Yánez, formando parte dos grandes momentos dos piratas malaios. Acredito, então, que porventura alguém possa encontrar uma outra ordem de leitura por aí.


Vale muito a pena se aventurar nesta saga e eu não vejo a hora de ter oportunidade de ler a série completa. Fica a dica!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Tex e o senhor dos abismos (1985) - Clube do filme (Janeiro)

Fonte da imagem
Tex e o senhor dos abismos (1985)
Título original: Tex e il signore degli abissi.
País de origem: Itália
Direção de Duccio Tessari
Com Giuliano Gemma, William Berger e Carlo Mucari

"Das páginas dos quadrinhos, salta para as telas o maior herói de todo Western, Tex Willer, o senhor absoluto dos territórios entre as Montanhas de Prata e todo o Rio Azul. Sempre acompanhado de seus fiéis parceiros, o ranger Kit Carson e o índio Navajo Jack Tigre, Tex enfrentará o mais estranho de seus inimigos: O Senhor dos Abismos. Escondido em cavernas secretas de uma cidade azteca em ruínas, ele possui a mais estranha arma que já existiu e ameaça dominar todos os outros territórios, exterminando todos os brancos e índios que atravessem seu caminho. Enfrentando perigos, Tex terá de encontrar 'El Morisco', um velho e sábio índio, que conhece toda a verdade sobre este novo e perigoso inimigo de nosso herói." (Fonte: Filmow)

Eis a minha primeira postagem do clube do filme 2015 cujo tema foi Faroeste. Escolhi Tex por diversos motivos, dentre eles a curiosidade de ver o herói dos quadrinhos na tela (apesar de nunca ter lido uma revistinha sequer, eu tinha muita curiosidade de conhecer o personagem), porque gosto muito de Giuliano Gemma e também pelo fato de que o filme contém uma mistura de coisas que eu curto demais: faroeste e magia; então achei que seria uma ótima pedida. Decepção total!
O filme conta a história de um branco (Tex Willer) que vive há muito tempo entre os índios Navajo e decide atender ao pedido de um amigo (Kit Carson) para investigar um roubo de um carregamento de armas que saiu de um depósito de uma penitenciária, porém nessa aventura eles percebem que terão que lidar com algo sobrenatural quando se deparam com corpos estranhamente mumificados e um amuleto que faz menção a um Deus cultuado pelas tribos indígenas locais.

Kit Carson, Tex Willer e o índio Navajo Jack Tigre
O filme é muito fraco, a história é cheia de buracos que, ao assistir, causa aquela sensação de vazio; tudo isso sem contar que a atuação de Giuliano Gemma também não foi das melhores. Apesar de valer a pena pela fotografia dos 'western spaghetti' (que eu amo!) que são sempre muito bonitas, do tipo de imagens que fazem você se derreter se assistir ao filme durante a madrugada, posso dizer que os anos 80 passaria muito bem sem essa decepção. Com todo respeito ao diretor Duccio Tessari cujos trabalhos eu só tive a oportunidade de conhecer esse... E eu costumo dizer que durante a década de 80, o ano de 1985 foi aquele que produziu os melhores filmes... Este é de fato uma exceção!
É uma pena, mas tentarei assisti-lo mais uma vez em outro momento para ver se algo muda com relação às minhas impressões. E talvez algum dia tente ler os quadrinhos. De momento, tenho dito!


O filme está disponível no You Tube =Legendado= e para quem quiser conferir algumas edições das Hq's gratuitamente online =Tex Willer Mais= e =para ler online=.

sábado, 21 de junho de 2014

O Mistério da Estrada de Sintra (Resenha - Clube do Livro Março/Abril)

Suspense, mistério, romance, drama psicológico e até uma pitada de História. Para quem gosta desses temperos em suas leituras, a combinação então, será de fato fantástica. 
Tudo gira em torno de um assassinato, cuja vítima encontra-se em uma casa para onde são levados dois amigos, sendo um deles médico e sendo esse o motivo de sua presença no local do crime. A partir daí a história começa a se desenvolver de uma forma que aparenta o tecer de uma teia. 
Através das cartas dos supostos envolvidos ao jornal “Diário de Notícias”, toda a história é contada e seus pedaços preenchidos sob a visão de quem participou da trama. 
Basicamente a obra se divide em três partes. Na primeira, apresenta-se o crime sobre o qual paira o mistério de sua autoria. Na segunda parte temos as aventuras e desventuras de um grupo de viajantes (que mesmo tendo uma narrativa com contornos mais românticos, gênero do qual eu não sou muito fã, apresenta uma importância enorme para que possamos entender o fechamento da trama). Por fim, na terceira parte, começamos a dar conta de depoimentos e elucidações que nos levam a saber o porquê do ocorrido e como o fato se sucedeu. 
O livro é gostoso de ler, a história é intrigante, a gente sempre fica esperando o que virá depois e eu gosto muito disso quando leio uma obra; porém, alguns personagens (que se identificam apenas com suas iniciais) e as datas (pois tenho muito problema com elas) deixaram alguns trechos da obra um pouco confusos para mim, mas é uma história muito boa e que vale muito a pena ser lida. Meu primeiro Eça de Queirós... E eu recomendo!!! 

Curiosidades:

- O livro foi adaptado para o cinema no ano de 2007 pelo diretor Jorge Paixão da Costa.

- Na edição que eu li, logo no início, há uma carta dos autores Eça de Queirós e Ramalho Ortigão ao editor do livro, cuja terceira edição estava sendo lançada. Nessa carta os autores se referem ao seu romance da seguinte forma: “... ele é execrável; e nenhum de nós, quer como romancista, quer como critico, deseja, nem ao seu pior inimigo, um livro igual. Porque nele há um pouco de tudo quanto um romancista lhe não deveria pôr e quase tudo quanto um crítico lhe deveria tirar.” Isso, pelo fato de ser bem diferente do estilo que seguiram e desenvolveram com o tempo.
No entanto, o romance caiu no gosto da população, tendo muita gente lido os fatos no “Diário de Notícias” e mesmo assim adquirido a obra quando lançada; obra esta que sobreviveu até hoje encantando a nossa curiosidade e matando a nossa fome de leitores de forma muito competente (minha opinião).

Trechos do livro que me tocaram:

Não consegui lembrar, após a leitura, de todos os trechos que mexeram comigo, mas consegui salvar na memória três deles, que transcrevo abaixo. 

“Há pensamentos que não vivem senão no silêncio e na sombra, pensamentos que o dia desvanece e apaga; há outros que só surgem ao clarão do sol.”

“Mil coisas choravam dentro em mim. Sofria, sobretudo, o orgulho. Era impossível fazer com ele uma conciliação. Reage sempre, protesta ainda. Parece vencido, resignado, mas de repente ergue-se dentro de mim, esbofeteia-me o coração.”

“... Os olhos daqueles que te amam ainda não choram por ti. Estão fechados talvez pelo sono tranquilo e doce, atravessado em sonhos pela tua imagem querida; estão, porventura, fitos no conhecido caminho por onde esperam sentir-te chegar, conhecer-te o passo retardado, ouvir-te a voz cantarolando a última valsa que o baile te deixou no ouvido, ver-te finalmente aparecer, descuidado, risonho e feliz. Coitados!... Os passos daquele que ainda hoje talvez se despediu de vós contando voltar a encontrar-vos poucas horas depois, não tornarão a medir o caminho da casa em que o esperam; a sua voz não responderá mais à voz que o chame; os seus olhos nunca mais se embeberão nos olhos que o fitavam; os seus lábios não voltarão outra vez a aproximar-se dos lábios que se colavam nos dele! Eu não choro a tua memória, porque não te conheço, porque nunca nos encontramos, porque não sei quem és. Mas não quero insultar a dor que adeja sobre a tua morte, deixando-me dormir na mesma casa em que jazes insepulto, enquanto alguém te espera vivo no mundo.” (Relato do Sr. F. retratando a tristeza do pensamento que lhe impôs a presença do cadáver debaixo do mesmo teto em que era obrigado a permanecer). Palavras fortes que nos levam a pensar na crueldade da morte, na agonia de imaginar uma pessoa querida lhe sendo arrancada sem que nada se possa fazer a respeito, no desespero de imaginar essa falta de notícias. Pensei na falsa alegria e esperança de quem espera sem saber e na angustiada solidão de quem pressente o pior... 

Dica: Para quem quiser assistir ao filme após a leitura do livro, pode encontrá-lo no You Tube (o filme está em Português de Portugal, mas dá para entender perfeitamente).

domingo, 16 de março de 2014

Clube do Filme 2014 (Março)

Eis aqui, com um dia de atraso perdoado, a primeira postagem do clube do filme cujo tema foi "guerra". Tive sorte, pois é um dos gêneros que mais gosto no cinema e como já havia assistido a muitos bons filmes, fui buscar lá atrás (anos 80) um clássico dirigido por Stanley Kubrick e que me passou batido até agora quando resolvi dar uma chance a essa pérola do cinema e ver se, após os seus 116 minutos, eu também faria parte desse grande grupo que a põe na lista dos melhores filmes de guerra de todos os tempos.


Nascido Para Matar (1987)
(Full Metal Jacket)
Direção: Stanley Kubrick

Um sargento treina de forma fanática e sádica os recrutas em uma base de treinamentos, na intenção de transformá-los em máquinas de guerra para combater na Guerra do Vietnã. Após serem transformados em fuzileiros navais, eles são enviados para a guerra e quando lá chegam, se deparam com seus horrores.

Bom, o filme começa com um ritmo frenético de situações e diálogos ao apresentar uma turma de soldados em treinamento no corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos.
Logo nessa primeira etapa, a trama abre espaço para muitos momentos de tensão psicológica entre os personagens. Em alguns momentos dá até para dar umas risadas, mas a sensação de constrangimento é inevitável; com destaque para os personagens do Sargento Hartman (R, Lee Ermey) - nosso eterno xerife Hoyt de "O Massacre da Serra Elétrica" - e do Soldado Pyle (Vincent D'Onofrio).




Então, sem spoilers, vem a segunda etapa quando os soldados já estão em solo vietnamita; e aí sim,  temos imagens da guerra, a tensão, o medo, a adrenalina e a devastação de um país retratada em um campo de batalha, tudo suavizado por uma trilha sonora bem bacana.
Em um determinado momento do filme nos sentimos como se estivéssemos assistindo a um documentário com as opiniões dos próprios soldados envolvidos a respeito da guerra e da presença dos Estados Unidos no Vietnã - bem interessante!


Enfim, o filme é realmente isso tudo que falam dele, porque, na minha opinião, é um filme bem diferente sobre um tema que ficou tão "batido" nas grandes telas no final da década de 70 e na década de 80. É um filme de guerra sem ser chato e pesado (para quem não gosta de filme desse gênero por achar que só tem barulho), mas ao mesmo tempo faz você sentir os horrores da guerra e, de uma certa forma, tentar entender o que se passa na cabeça daqueles que estão ali envolvidos naquela situação.


E para quem quiser saber mais sobre a Guerra do Vietnã e seus horrores, visite os links abaixo:

terça-feira, 11 de março de 2014

Desafio de cinema (2014) - Lista

Como havia prometido, vou falar um pouco sobre o desafio de cinema que estou realizando com a Nara do blog "Flor de Maracujá". Essa brincadeira funcionará da seguinte forma: duas vezes no mês, ou seja, a cada quinze dias escolhemos um filme de acordo com o tema proposto, assistimos e postamos uma espécie de resenha sobre ele; e assim vamos alimentando as nossas almas cinéfilas e conhecendo muita coisa, uma através da outra, já que temos gostos um pouco distintos. Uma forma de deixar de lado o preconceito e talvez assistir a coisas que você nunca assistiria, isso é muito bom!
Abaixo segue a minha lista para cada mês...

MARÇO: Um filme de guerra e um musical.

Nascido Para Matar (1987) - Sinopse
A Pequena Loja dos Horrores (1986) - Sinopse

ABRIL: Um filme de aventura e um faroeste.

Viagem ao Mundo dos Sonhos (1985) - Sinopse
Tex e o Senhor dos Abismos (1985) - Sinopse

MAIO: Um filme com a palavra "incondicional" no título
e um filme com um serial killer.

Incondicional (2012) - Sinopse
O Estripador de Nova York (1982) - Sinopse

JUNHO: Uma microssérie.

Spartacus: Deuses da Arena (2011) - 6 episódios

JULHO: Um filme com uma data comemorativa no enredo
e um filme com um animal como protagonista.

 A Última Ceia (1977) - Semana Santa - Sinopse
Um Dia, Um Gato (1963) - Sinopse

AGOSTO: Um filme com o ator Marcos Paulo no elenco
e um filme que concorreu a um Oscar.

Valsa Para Bruno Stein (2007) - Sinopse
Amargo Pesadelo (1972) - Sinopse

SETEMBRO: Um filme que se passa em um lugar exótico
e um filme de um país latino.

Rapa-Nui, Uma Aventura no Paraíso (1994) - Ilha de Páscoa - Sinopse
A Mulher Sem Cabeça (2008) Argentina - Sinopse

OUTUBRO: Um filme com uma história passada em uma ditadura
e um filme que esteja em cartaz no cinema (esse terá que esperar ;-))

Mais Que Um Homem (2007) - Sinopse

NOVEMBRO: Um filme com uma temática religiosa
e um filme nacional.

Uma Voz Nas Sombras (1963) - Sinopse
Ele, O Boto (1987) - Sinopse

DEZEMBRO: Filme que teve continuação.

Os Garotos Perdidos (1987) - Sinopse
Os Garotos Perdidos 2: A Tribo (2008) - Sinopse
Os Garotos Perdidos 3: A Sede (2010) - Sinopse

Diversão garantida!!!


quinta-feira, 6 de março de 2014

Blogagem coletiva musical: Carnaval

Moça de Família

 Depois de me divertir, me deliciar e matar as saudades dos maravilhosos anos 80 com as músicas da última blogagem coletiva, resolvi deixar a preguiça de lado e estrear na brincadeira. Ainda mais porque o tema é a festa de Momo, que eu não brinco, mas gosto desse clima todo alegre; e como moro em um lugar que é foco de folia (Olinda), resolvi postar aqui as músicas que não podem faltar no carnaval pernambucano. Para quem já conhece, pode curtir; e para quem não conhece, vale a pena dar uma espiada ;-)

Essa é uma das canções clássicas do nosso carnaval, não pode deixar de tocar.

O hino do clube Elefante de Olinda na belíssima voz de Almir Rouche.

Esse frevo do bloco Vassourinhas é o "levanta defunto". 
Quando todo mundo já cansou e ele aparece, é mais do que gritaria, é loucura total!

Bom, eu poderia listar um monte de canções que eu gosto e que não podem deixar de tocar nesse período, mas com essas já dá pra sentir um pouco a essência do carnaval pernambucano e conhecer um dos nossos ritmos mais populares. Além do frevo podemos curtir nessa época os maracatus, os caboclinhos, o samba, a ciranda, os frevos de bloco e muitos outros ritmos super gostosos de ouvir.
Espero que tenham gostado do meu primeiro post na blogagem coletiva. E que seja o primeiro de muitos!!!
Quem quiser conhecer melhor a brincadeira, dá uma passada lá no site da Dani ;-)

quarta-feira, 5 de março de 2014

Um ano de muita alegria!!!

Hoje faz um ano que a minha linda Francisquinha está no mundo.
Hoje tive a lembrança do dia em que a recolhemos da rua para salvá-la.
Hoje percebo o quanto você é grata por esse gesto.
Hoje não conseguiria me calar diante de tanta alegria e superação.
Hoje só posso desejar muita coisa boa, muita proteção e muitos anos de carinhos, brincadeiras, mordidinhas, diversão...
Hoje agradeço por tê-la em minha vida e por ter me ajudado a ficar de pé em momentos difíceis, pois você cuida muito mais de mim do que eu de você - e me ensina muito mais também!


"Maravilha!... Tudo de bom pra você!
Maravilha!... Parabéns pra você!"

Desafio literário entre irmãs (2014)

Há alguns dias eu e minha irmã tivemos a ideia de fazer um desafio literário e um desafio cinematográfico somente entre nós duas. Uma brincadeira gostosa e que deve permanecer assim, divertida. Já participei de outros desafios desse tipo, mas com o tempo eu tive a impressão de que eles acabaram se tornando um lugar de competição, perdendo essa magia que a brincadeira deve ter.
O desafio literário funcionará da seguinte forma: escolhemos um tema para cada dois meses (para que não fique pesado ao ter que dar atenção às outras leituras obrigatórias que surgirão) e depois de concluída a leitura, faremos um post sobre ela no blog. É uma forma de ler muitas coisas interessantes que normalmente não leríamos se tivéssemos total liberdade para escolher, assim como de conhecer um pouco sobre o que o outro leu, além de romper com alguns preconceitos com certos tipos de literatura - o que já aconteceu comigo em um desafio anterior e foi muito legal.
Segue a minha lista completa dos livros escolhidos:

MARÇO/ABRIL - Escritores Portugueses:

O Mistério da Estrada de Sintra (Sinopse)
(Eça de Queirós e Ramalho Ortigão)

MAIO/JUNHO - Uma obra do escritor Henrik Ibsen:

Peer Gynt - O Imperador de Si Mesmo (Sinopse)

JULHO/AGOSTO - Um livro Infanto-juvenil:

Crônicas de Iaça - O Mundo Além do Olho D'Água (Sinopse)
(J. J. Alves)

SETEMBRO/OUTUBRO - Um livro erótico:

Contos de Fadas Eróticos (Sinopse)
(Nancy Madore)

NOVEMBRO/DEZEMBRO - Um livro com temática natalina:

Cartas do Pai Natal (Sinopse)
(J. R. R. Tolkien)

Tenho certeza que a brincadeira será muito divertida. Aliás, ela já começou assim desde que nos juntamos para escolher os temas e posteriormente na escolha dos livros e filmes...
Sobre o desafio cinematográfico eu falo no próximo post ;-)

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Um dia quem sabe...

"Eu sou rebelde porque o mundo quis assim,
Porque nunca me trataram com amor
E as pessoas se fecharam para mim.
Eu sou rebelde porque sempre sem razão
Me negaram tudo aquilo que sonhei
E me deram tão somente incompreensão.
Eu queria ser como uma criança,
Cheia de esperança e feliz.
E queria dar tudo que há em mim,
Tudo em troca de uma amizade.
E sonhar, e viver, esquecer o rancor.
E cantar, e sorrir e sentir só amor."

"Eu queria ser como uma criança,
Cheia de esperança e feliz...
...E sonhar, e viver, esquecer o rancor.
E cantar, e sorrir e sentir só amor."

Um dia quem sabe...

Letra da canção "Sou rebelde" interpretada por Lílian.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...